terça-feira, 29 de outubro de 2013

Ai não?

Se já não te preocupas com a minha ausência, então, a minha presença já não faz sentido nenhum. Não, não vale a pena fingires que te importas, porque se te importasses mesmo, não me deixavas ir embora facilmente, ou melhor, não me ignoravas. Não suporto a ideia de que quando me fui embora tu apenas me disseste ''boa sorte, desculpa se te fiz algo'' . Só! Nada mais, nada menos. Eu conheço-te, sei que vais acabar por voltar, não entendo é o porquê de sentires a minha falta quando estou longe, e quando estou perto é como se nunca existisse nada entre nós. Somos completamente diferentes, são essas diferenças que nos juntam, mas ao mesmo tempo afastam. Sim, 2 anos de diferença não fazem mal a ninguém, nota-se que de pensamentos somos distantes, mas ao mesmo tempo perto. Há opiniões que se opõem, outras que convergem totalmente. Não consigo perceber. Está claro que os 2 anos estão a dar que saber. Mas não sou só eu que tenho que puxar a ''carroça'', afinal não sou só eu que quero algo. Porém, respeito a tua vontade. Sou de insistir, mas quando vejo que estou mesmo a incomodar, vou embora, em silêncio, sem dizer nada. E quando se sentir a minha falta, aí sim, vou ser eu que vou dar que falar.

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