terça-feira, 29 de outubro de 2013
Ai não?
Se já não te preocupas com a minha ausência, então, a minha presença já não faz sentido nenhum. Não, não vale a pena fingires que te importas, porque se te importasses mesmo, não me deixavas ir embora facilmente, ou melhor, não me ignoravas. Não suporto a ideia de que quando me fui embora tu apenas me disseste ''boa sorte, desculpa se te fiz algo'' . Só! Nada mais, nada menos. Eu conheço-te, sei que vais acabar por voltar, não entendo é o porquê de sentires a minha falta quando estou longe, e quando estou perto é como se nunca existisse nada entre nós. Somos completamente diferentes, são essas diferenças que nos juntam, mas ao mesmo tempo afastam. Sim, 2 anos de diferença não fazem mal a ninguém, nota-se que de pensamentos somos distantes, mas ao mesmo tempo perto. Há opiniões que se opõem, outras que convergem totalmente. Não consigo perceber. Está claro que os 2 anos estão a dar que saber. Mas não sou só eu que tenho que puxar a ''carroça'', afinal não sou só eu que quero algo. Porém, respeito a tua vontade. Sou de insistir, mas quando vejo que estou mesmo a incomodar, vou embora, em silêncio, sem dizer nada. E quando se sentir a minha falta, aí sim, vou ser eu que vou dar que falar.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Estarás Sempre Comigo
O verão já acabou e eu fiquei de contar o que achei do livro. Pronto.. Como já disse, é impossível parar de ler. Mas lá para o fim, passo a discordar totalmente com a personagem principal. Passo a explicar o porquê: messes depois de o namorado da Em morrer, ela começa a ter relações de uma noite com 2 homens e depois apercebe-se de que está apaixonada pelo melhor amigo do John, o namorado dela. Acho isso bastante parvo, sim varia de pessoa a pessoa, mas como ela o amava incontrolávelmente seria normal para ela viver com memórias mas sozinha. Com os meus 16, (Em vivia com John há 8 anos e achavam que o casamento nao ia mudar nada) eu acho que se o meu marido falecesse, eu ficaria durante anos e anos sem ninguém. Afinal aquela pessoa com que eu queria viver até ao fim, foi-se . Não tencionaria em mudar de opinião depois da sua morte.
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